O que pode ser mais terrível do que a luz do dia? +

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Segunda-feira, Outubro 06, 2008

U-a-l.

Errei a mão. Que nem massa de bolo, sabe, que desanda? Alguma coisa fiz a mais, ou a menos nos ultimos meses que de repente tudo resolveu dar errado ao mesmo tempo. Ou pode ser só porque duas pessoas que gosto demais da conta tão fazendo aniversário na mesma semana que decidi tomar emprestado o inferno astral delas... Seja qual for o motivo... Ual!



erick, 1:34 AM,


Quinta-feira, Janeiro 31, 2008

E voltamos com o Frente à Frente com Tchumino!

Tchumino: E então, Erick, nos conte um pouco sobre tua família. Nos fale sobre sua mãe!

Erick: Bem, minha mãe... A melhor forma de defini-la é como um chefe de uma pequena empresa que pensa que é grande. Imagine que esse chefe é estressado, não agüenta ver ninguém parado. E nada do que você faça pode ser suficiente, mesmo que não tenha nada errado ele vai reclamar, nem que seja da cor da tua roupa. Que trata sua equipe com rédeas curtas, até demais, e acredita que o andamento da empresa depende deste tipo de atitude. Bem, este chefe trata muito bem seu cliente, que nem imagina, ou imagina mas não se apega a isso, de como o chefe lida com aquilo que cuida. Assim como um chefe, ela tem muito pouco ou nenhum humanismo. E se você não seguir as regras do chefe, você está fora. Indiferentemente à quem é você para o chefe, porque para o chefe você só deve ser o que ele quiser... É... Acho que essa é minha mãe.

Tchumino: Hum, muito bem... E eu tenho aqui informações de que você foi "demitido" hahahaha, se me permite, por sua mãe. Como foi isso? Por que isso aconteceu?

Erick: É... Tá bem informado, hein Tchumino, hehehe. Bem, tudo começou com um pote de sorvete, envolveu uma meia conversa por telefone. E acabei na rua. hehehehe

Tchumino: Pote de sorvete? Meia conversa por telefone?

Erick: Coisas de chefe. Se você tem um, sabe quanto é difícil entende-los e se fazer entender.

Tchumino: Mas, e agora o que vai fazer?

Erick: Ora, o que faço todas as noites!

Tchumino: Comer sorvete, Erick?

Erick: Não Tchumino... Tentar conquistar o mundo!

Tchumino: Naaarft!



erick, 3:24 PM,


Quarta-feira, Abril 26, 2006

Se eu queria "me descobrir", dar um rumo diferente à minha vida, conhecer outros horizontes... Bom, hoje posso dizer que minha vida já faz sentido pleno e completo.
E é incrível como essas coisas acontecem. É sempre quando menos esperamos, e no fim, é um simples gesto, uma ocasião remota que nos faz darmos conta do que realmente faz a vida valer a pena!
A mesma amiga do post anterior, a Claudia, estava ainda aqui de visita. Resolvi levar ela pra conhecer um dos cartões postais desta cidade, o tal do Jardim Botâncio.
Conversamos sobre coisas profundas no caminho, relacionamentos, essas coisas... Como se um anjo tivesse escutando nossa história, logo no começo do passeio, já no Jardim Botânico ele deu seu sopro de misericórdia.
Ao tentar tirar a primeira foto em frente ao jardim do Jardim (ã, ã? entendeu?), uma velha empurra uma criança remelenta de uns cinco anos de idade na frente da Claudia pra tirar foto dela. Educadamente damos a vez pra velha e tua remela-mirim. A velha diz:
_ Vai Laurinha, arrasa!
Pronto, a partir daí tudo mudou. A pose de Laurinha fez tudo ficar mas nítido, as cores, os cheiros... Aquela pose com as mãos na cintura empurrando a barriga pra frente, a cabeça meio de lado, e aquele sorriso de "eu-quero-mandar-um-beijo-pra-minha-mãe-pro-meu-pai-e-principalemente-pra-você", fez finalmente minha vida valer a pena.
Tudo era pose de Laurinha. Em todos os lugares, em todas as fotos! Todos fazíamos a tal pose. De repente virou uma febre, e garanto que você não conheceu Curitiba se não conhecer a pose de Laurinha!
Tem a comunidade que criei: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=12440731
Tudo por você Larinha!!! Você merece mais! E quer saber? ARRASA LAURINHA!

P.S. Ainda estamos sem a escovinha de privada... Mas já consegui acertar uma posição, meio desconfortável eu diria, mas que evita deixar rastros...



erick, 1:51 AM,


Sexta-feira, Abril 21, 2006

Hoje uma amiga muito especial veio me visitar, e olha que não faz nem uma semana que vim.
Aproveitei a presença dela pra ter uma conversa séria com a Vera.
Tinha algo acontecendo que eu não sabia mais como contornar, então, esperei um momento de distração dela pra poder pegar ela de surpresa. Ela estava fazendo comida e já fui logo falando de uma vez pra não haver escapatória:
_ Vera preciso falar sério com você.
Um olhar desconfiado para a Claudia (a visitante), um olhar desconfiado pra comida, soltou a salada na pia e disse:
_ Pode falar.
_ Eu já tentei de várias formas, mas não consigo acertar o cocô direto na água, eu juro que tentei várias posições, mas ele insiste em escorregar pela louça do vaso e deixar aquele rastro horrível!
Ela colocou a mão no meu ombro, suspirou, me encarou com um olhar sério e compenetrado e disse:
_ Isso não acontece só com você, é com todos desta casa, e juro que vou comprar uma escovinha de privada...

E assim tudo ficou esclarecido, graças à Deus. Só espero que tudo que venha à acontecer possa ser resolvido com conversas como esta... hehehe

Meu novo cotidiano.



erick, 6:22 PM,


Terça-feira, Abril 18, 2006

E eu fui. E o blog voltou.

Foi tão desorganizado, e inesperado, que quando entrei no ônibus me dei conta de que não tinha falado tudo o que queria para os meus amigos.
Quando a janela estava separando a gente é que me dei conta do quanto aquilo pesa, e chorei por cerca de uma hora e meia. Poderia ter sido mais se eu não soubesse que escolhi fazer aquilo, e que meus amigos sempre vão estar perto, por mais que ajam muitos km nos separando.
Daqui pra frente tudo vai ser muito diferente, mesmo que eu volte amanhã.
Foi muito estranho entrar ontém no carrefour e não ficar mais de uma hora, não ter que brigar pra sair logo... Essas coisas.
Queria dizer na rodoviária para eles (vcs?) se cuidarem mais, se gostarem de verdade, e se importarem menos com coisas pequenas, olhar o mundo de uma perspectiva mais ampla, pq, a metáfora de eu ir embora um dia pode ser mais profundo, e não ter volta. Eu saí da cidade, mas um dia, acredite, vamos embora de vez.
Eu queria agradecer por tudo que aconteceu até hoje. Dizer que estou buscando o que acredito ser o melhor pra mim, e que preciso de força.

E tudo ficou para trás... Às visitas às quatro da manhã, a casa cheia, a louça de semanas na pia, as comidas, risadas, viagens. Também as discuções, brigas, irritações. Só espero que valha à pena.



erick, 12:58 PM,